Brigadista x bombeiro

Brigadista x bombeiro. Qual o papel de cada um?

Eu assisti a um incêndio no ano passado, na Av. Farrapos Próximo à Praça Florida. Era um prédio de três pavimentos. 

Logo, que o fogo foi percebido, os vizinhos chamaram os bombeiros pelo 193. 

Rapidamente, chegou uma viatura bem equipada, com profissionais bem treinados e bem comandados e, iniciaram o combate ao fogo, que durou mais de 2h.

Após algumas horas, o local foi liberado e, eu fui lá para ver. Estava tudo queimado, até a estrutura do telhado. Não tinha sobrado nada. O prédio estava completamente destruído.

O que os bombeiros conseguiram? Eles conseguiram, eficientemente, que o fogo não se espalhasse pelos prédios vizinhos.

Então, eu gostaria de contar a história, não como essa tragédia, mas como poderia ter sido:

Eu não consegui assistir a um princípio de incêndio, porque o fogo enquanto estava ainda no princípio, foi controlado rapidamente. 

Um brigadista bem treinado, em menos de 1 minuto pegou um extintor, que estava a 20 m dele, apontou para a base do fogo e disparou, acabando com o que poderia, em mais alguns minutos, ter se tornado um incêndio incontrolável.

Você entendeu o papel de cada um?

Para evitar tragédias, a Lei Kiss exige, pela RT 14, que os prédios tenham brigadistas treinados no combate a incêndio e primeiros socorros e os síndicos bem preparados sabem, que a responsabilidade em obedecer às leis, é deles e, que a não obediência é um crime tipificado como negligência, pelo Código Penal, com duras penas em caso de haver vítimas.

Tudo o que se aprende no curso é útil e aplicável e, são ações que devem ser tomadas antes da chegada dos bombeiros, tendo em vista que o fogo é muito rápido como você viu. 

Uma pessoa com parada cardiorrespiratória não sobrevive até a chegada de socorro especializado, nem uma pessoa engasgada.